
Texto de João Reis
Associação para a Valorização do Património Histórico e Natural do Concelho do Sabugal

«O Estado devia fazer uma legislação para classificar o sobreiro como Árvore Nacional de Portugal, porque se trata de uma espécie muito importante a nível da biodiversidade e da riqueza» para o país, afirmou hoje Ricardo Nabais, técnico florestal da Associação Transumância e Natureza (ATN).
O mesmo responsável destacou a importância de proteger os sobreiros, uma das «árvores mais emblemáticas» do país e «um símbolo de biodiversidade», porque tem sido uma espécie «muito afectada» pelos abates ilegais.
«O alargamento de uma estrada implica abater uma árvore ou porque um sobreiro está quase a morrer e já o querem abater, mas, se todos apoiarem esta causa, a espécie vai ter mais protecção», frisou Ricardo Nabais.
O técnico florestal da ATN apelou à participação dos portugueses na petição, uma vez que a recolha de assinaturas «está a ser difícil», porque «as pessoas andam preocupadas com outros assuntos».
Lançado em Outubro do ano passado pelas duas associações, o movimento está a promover uma petição na Internet, que já conta com mais de mil assinaturas, para que a classificação daquela espécie seja debatida na Assembleia da República.
O documento mobiliza os interessados a ajudarem na classificação do sobreiro como «Árvore Nacional de Portugal», por ser uma espécie com ampla distribuição no território nacional continental, presente desde o Minho ao Algarve.
O sobreiro ocupa em Portugal perto de 737 mil hectares, o que corresponde a cerca de 32 por cento da área que a espécie ocupa no Mediterrâneo ocidental, pode ainda ler-se no texto da petição, que pode ser subscrita em www.peticaopublica.com/?pi=sobreiro.
Lusa/SOL


Vai ser um percurso de duas horas para registar toda a biodiversidade existente neste percurso.
Venha dai, traga a máquina fotográfica e guias, vamos aprender uns com os outros e descobrir a biodiversidade da serra.....
Inscrição é gratuita mas obrigatória para podermos esperar no local de encontro.

A Casa do Castelo situa-se no Largo de Sta. Maria, fronteiro ao Castelo do Sabugal.
Bem integrada na Cidadela Medieval dá as boas vindas aos visitantes que entram pela porta da Torre do Relógio.
Numa das casas mais degradadas do referido largo a cair de velha, perfeitamente em ruínas decidimos criar um espaço acolhedor para o apoio ao turista.
Nesta iniciativa demonstrou a família de Romeu e Natália Bispo o amor à terra que os viu nascer e pretendem mostrar que todos podem fazer algo de bom pela nossa terra e pelo nosso Concelho.
Vejam mais aqui:
Associação vai estabelecer uma parceria de cooperação com a casa do castelo para desenvolver actividades para recuperar as tradições e divulgar o concelho do Sabugal.....
O nosso sócio ainda tem alguns livros do estudo que fez sobre as termas do Cró que pediu para associação colocar a venda, por isso os interessados em adquirirem esta obra enviem nos um email para transcudania@gmail.com o preço é seis euros mais portes de envio.

I Fórum Nacional das ONGs do Patrimóno – uma estratégia para o séc. XXI, Casa da Música, Óbidos, 9 e 10 de Abril
Espera-nos uma época de insegurança e de fracturas nas quais a sociedade civil, esse espaço de liberdade, se arrisca a ficar, amordaçada. Michel Doucin
APRESENTAÇÃO A AHP cônscia da importância do papel das ONGs , promove o 1º Fórum Nacional das ONGs do Património. É o primeiro Fórum de todas as ONGs que se realiza em Portugal. . http://www.ahp-aldeiashistoricasdeportugal.com/
Sem a participação da sociedade civil, constituída por cerca 140 ONGs do Património cultural, com mais de 50.000 de cidadãos– número porventura maior e mais representativo do que têm os partidos políticos – e que querem exercer o direito de cidadania, não há futuro para o Património, não há democracia dentro da reformulação das estruturas de poder mundial, regional e nacional, que a crise mundial promove.
OBJECTIVO – Desconhecia-se o seu número, parecia irrelevante a sua grandeza frente à indiferencia com que as tratam os poderes locais e central.
HOJE - É de vital importância para a sobrevivência da democracia, em Portugal, que as ONGs estejam mobilizadas, cimentadas, reforçadas. Não podem ser um conjunto de actores mal definidos e organizados.
HOJE a sociedade civil (ONGs) ocupa o espaço mítico da Ágora – um espaço não governamental , essencial para a democracia, onde se organiza o debate público , onde se faz o verdadeiro exercício da cidadania.
HOJE a sociedade civil (ONGs) afirma-se como uma força diferente em relação aos outros actores – pela ética!
HOJE é Essa a sua força, aí reside a diferença essencial – a afirmação de uma ética, de uma moral! Hoje é ela a sua guardiã da e responsável pela sua introdução na intervenção pública.
HOJE , Chegou a altura de repensar o papel das ONGs para agora, para o seu futuro, para o séc. XXI.
1º Workshop da Associação Portuguesa de Economia Agrária (APDEA) integrado no Ciclo
A PAC APÓS 2013 – IMPACTOS NA ECONOMIA E SOCIEDADE PORTUGUESA
Como assegurar a Oferta de Bens Públicos pela Agricultura e Floresta?
Vila Real, 1 de Abril 2011
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Informações adicionais e inscrições no website da APDEA: http://www.apdea.pt

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